A Democracia Infantil
50 anos de partidarite, jornalismo de joelhos e um povo anestesiado
Autor: Francisco Gonçalves
Coautoria editorial: Augustus
Ano: 2026
Género: Ensaio crítico (política, media e cidadania)
Sinopse
A Democracia Infantil é um diagnóstico implacável — e sem anestesia — sobre a forma como Portugal aprendeu a confundir democracia com ruído: eleições como ritual, debate como espectáculo, indignação como substituto de método.
Ao longo dos capítulos, o livro desmonta a democracia formal (o palco) e contrasta-a com a democracia substantiva (a estrutura): onde o poder só teme uma coisa — a persistência documentada — e onde a falta de consequências transforma o regime numa coreografia repetida.
No centro do ensaio está a “partidarite”: a doença da pertença, a camisola que substitui a consciência, e que converte cidadãos em adeptos. O texto propõe, como saída, algo mais raro do que um salvador: um método de cidadania adulta, baseado em factos, memória pública e fiscalização insistente até ao desfecho.
Sobre o Autor
Francisco Gonçalves — Programador e empreendedor em tecnologias de informação, com várias décadas de experiência em sistemas, telecomunicações e desenvolvimento de software. Ensaísta e autor no projecto editorial Fragmentos do Caos.
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🧭 Excerto
“Este livro não é consolo. É um diagnóstico.
E um diagnóstico tem uma regra: não consola — esclarece.”
⚖️ Licença
Este livro encontra-se sob a
Creative Commons Atribuição–NãoComercial–PartilhaIgual 4.0 Internacional.
A saída não é um homem. A saída é um povo adulto.