A Fogueira Nunca se Apagou
Dos contadores de histórias da Idade da Pedra à Inteligência Artificial
Autor: Francisco Gonçalves
Coautoria editorial: Augustus Veritas
Ano: 2026
Género: Ensaio histórico, antropológico, neurocientífico e civilizacional
Sinopse
A Fogueira Nunca se Apagou percorre a longa história dos contadores de histórias, desde os primeiros grupos humanos reunidos à volta do fogo até aos algoritmos e sistemas de inteligência artificial capazes de adaptar narrativas a cada indivíduo.
Ao longo da obra, a narrativa surge como uma das mais antigas e poderosas tecnologias humanas: primeiro como instrumento de memória, aprendizagem e cooperação; depois como veículo de religião, identidade, autoridade, propaganda, revolução, publicidade e poder político. A escrita deu-lhe permanência, a imprensa multiplicou-a, a rádio e a televisão deram-lhe simultaneidade, as redes sociais tornaram-na algorítmica e a inteligência artificial acrescentou-lhe a capacidade de personalização em escala.
À luz da antropologia, da psicologia cognitiva e das descobertas mais recentes em neurociências, o livro procura compreender por que razão o cérebro humano organiza tão facilmente a experiência através de acontecimentos, personagens, causas, conflitos e significados. Memória, emoção, linguagem, atenção e cognição social surgem não como um único “centro das histórias”, mas como sistemas que cooperam para construir coerência e sentido ao longo do tempo.
Da fogueira pré-histórica ao púlpito, de Gutenberg à propaganda de massas, do cinema às redes sociais e destas à inteligência artificial, a obra coloca uma questão central: se contar histórias foi um dos primeiros poderes humanos, o que acontece quando quem conta a história passa também a conhecer, medir e optimizar a reacção de quem a escuta?
Sobre o Autor
Francisco Gonçalves — Programador e empreendedor em tecnologias de informação, com várias décadas de experiência em sistemas, telecomunicações e desenvolvimento de software. Ensaísta e autor no projecto editorial Fragmentos do Caos.
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🧭 Excerto
“O primeiro poder humano foi contar histórias. O segundo foi convencer os outros de que só havia uma história possível.”
⚖️ Licença
Este livro encontra-se sob a
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A fogueira mudou de suporte. A necessidade de sentido ficou.